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quinta-feira, 28 de abril de 2011

José Augusto Pereira de Sousa - BACH - Solo Cello - Suites IV-V-VI

i-Tunes

"BACH – Suites IV – V – VI – Solo cello"

José Pereira de Sousa - violoncelo



Este Cd produzido pela Numérica, por encomenda da Câmara Municipal do Porto, apresenta as Suites Nº IV – V - VI para violoncelo do compositor J. Sebastian Bach, interpretadas pelo violoncelista José Pereira de Sousa. Este é já o segundo volume das Suites de Bach editado pela Numérica. Na primeira edição estão reunidas as Suites I – II – III, também interpretadas por José Pereira de Sousa.

O intérprete usa nesta gravação o famoso violoncelo Montagnana, que pertenceu à violoncelista Portuguesa Guilhermina Suggia.


Informação detalhada:


Suite Nº IV em Mi bemol maior
A quarta Suite oferece-nos um momento de relaxamento da crescente complexidade e intensidade experimentada nas primeiras 3 Suites – e prepara-nos para a poderosa Nº V seguida da virtuosa Nº VI. A primeira secção do Prelúdio consiste em figuras arpejadas que fluem regularmente. Depois de uma curta pausa em Dó sustenido, uma série de cadenzas semelhantes a fantasias transportam-nos através de várias tonalidades distantes, terminando em Mi bemol.
A Allemande um movimento alla breve, deve o seu charme especial à justaposição de suaves fragmentos de escala e a alguns saltos inesperados. A Courante oferece-nos uma variedade de movimentos rítmicos em colcheias alternantes, colcheias ternárias e semicolcheias. Na Sarabande, há de facto, uma linha de baixo que não está apenas implícita pois aqui Bach usa cordas duplas e triplas continuamente. A primeira Bourrée é excepcionalmente elaborado e desenvolvido enquanto a Bourrée Nº 2, dominada pelo calmo movimento da seminima é a simplicidade em si mesmo. A Giga termina com um contagioso movimento perpétuo.


Suite Nº V em Dó menor

Na quinta Suite, Bach pede ao intérprete que afine a sua corda Lá um tom abaixo para Sol. Esta afinação (scordatura é o termo técnico), permite ao violoncelista interpretar certas notas, que num instrumento afinado normalmente, seriam extremamente complicadas.
O carácter da música é imediatamente estabelecido pelo Prelúdio, que parte do estilo improvisatório das anteriores cinco Suites e é lançado sob a forma de uma Abertura Francesa: a secção inicial numa lenta fantasia alla breve seguida por uma rápida fuga a duas vozes no tempo 3/8.
Embora a fuga não seja tão elaborada como as que encontramos nas Sonatas para violino solo, Bach alcança um exemplo impressionante de contra-ponto implícito. A Allemande não é do tipo de melodia fluida e suave a que nos acostumamos nas Suites anteriores; o alcance é consideravelmente alargado, as notas básicas estão completamente desenvolvidas de uma forma extensa, e os ritmos ponteados realçados.A Courante Italiana é substituída por uma versão Francesa no movimento de dança a 3/2, substituindo o tempo a 3/4 e com ritmos ponteados em vez de uma linha melódica estável. A Sarabande é também diferente das ouvidas anteriormente: é bastante curta, embora a tensão harmonica seja muito boa não há cordas duplas. È evidente que Bach não queria que a Suite se torna-se demasiado desiquilibrada.
As duas Gavotas são em modo menor, a primeira apresenta saltos e acordes e a segunda passagens ternárias fluídas. A Giga, inspirado na Siciliana, apresenta rítmos ternários em 3/8 e conclui a Suite num ambiente melancólico.



Suite Nº VI em Ré maior

Bach escreveu esta Suite para um violoncelo de 5 cordas, instrumento com o Mi afinado uma quinta acima do Lá. Esta situação justifica a alta tessitura da música. Uma vez que a Suite é agora tocada mais frequentemente num violoncelo normal, esta Suite apresenta vários problemas técnicos. O Prelúdio é longo, num tempo a 12/8, com um movimento perpétuo extenso. No compasso 83 o ritmo ternário dobra para semicolcheias, dotando os compassos finais com uma brilhante “cadenza”. O Allemande é lento, versão bastante ornamentada da dança, extendendo-se até ao limite das capacidades do registo para violoncelo e tornando-se num verdadeiro desafio às capacidades do violoncelista em manter o legato. Grandes saltos e acordes arpegiados caracterizam a Courante, mais uma vez em estilo Italiano. A Sarabande apresenta-se em 3/2 e os acordes extensos dotam a música de uma personalidade bastante pomposa.
Ambas as Gavotas estão no modo maior e são peças alegres e soalheiras de entre as mais atraentes e inovadoras
deste compositor. A brilhante Giga conclui a série com uma cintilante nota de triunfo.



Suite IV - em Mi bemol maior / in E-flat major

1. Prélude 04’20’’
2. Allemande 03’20’’
3. Courante 02’41’’
4. Sarabande 05’59’’
5. Bourrée I / Bourrée II 05’32’’
6. Gigue 01’52’’



Suite V - em Dó menor / in C minor

7. Prélude 06’55’’
8. Allemande 05’34’’
9. Courante 01’41’’
10. Sarabande 04’30’’
11. Gavotte I / Gavotte II 04’37’’
12. Gigue 01’37’’



Suite VI - em Ré maior / in D major

13. Prélude 04’59’’
14. Allemande 07’02’’
15. Courante 02’35’’
16. Sarabande 06’10’’
17. Gavotte I / Gavotte II 04’32’’
18. Gigue 02’48’’



Tempo Total: 01‘17’44’’


Ref.: NUM 1146



BACH Solo Cello - Suites I-II-III




I-Tunes:


Este Cd produzido pela Numérica, por encomenda da Câmara Municipal do Porto, apresenta as Suites Nº I – II - III para violoncelo do compositor J. Sebastian Bach, interpretadas pelo violoncelista José Pereira de Sousa. O intérprete usa nesta gravação o famoso violoncello Montagnana, que pertenceu à violoncelista Portuguesa Guilhermina Suggia.


J. S. Bach 

SUITE I

em sol Maior | 20’42’’



SUITE II

em Ré menor | 22’41’’



SUITE III

Em Dó maior | 27’47’’


Informação detalhada:


José Pereira de Sousa – violoncelo


Concluiu o curso superior de violoncelo em 1986 no Conservatório de Música do Porto, com a classificação máxima.
Desde 1982 tem recebido vários prémios nomeadamente o Prémio Gulbenkian, Prémio Fundação Eng. António de Almeida, Prémio Guilhermina Suggia, entre outros.
Frequentou Master classes de violoncelo com os professores: Charles Medlan, Luis Legia e Paul Tortelier; e música de câmara com Albert Lysi e Maurice Raskin.
Como solista apresentou-se com as orquestras: R.D.P. (Porto e Lisboa), Camerata do Porto, Orquestra Clássica do Porto, Orquestra do Norte, Orquestra Nacional do Porto e Camerata de Manchester; sob direcção dos Maestros: Ivo Cruz, Augusto Pereira de Sousa, Erold Erdinc, Omri Hadari, entre outros.
Foi violoncelista solista das orquestras: Camerata do Porto, Regie Sinfonia, Orquestra Clássica do Porto, Orquestra Juvenil Grega, Orquestra do Festival de Les Arcs, Orquestra das Comunidades Europeias e Orquestra Mundial.
Vem desenvolvendo uma intensa actividade como solista em música de câmara, nomeadamente com o Quarteto Suggia, Kora Ensemble, Quarteto Mosaico e o agrupamento Solistas do Porto, do qual é Director Artístico.
Conta já com diversas gravações para a R.D.P., R.T.P. e discográfica Numérica.
Teve o prazer de realizar algumas 1as audições de obras de autores Portugueses de que é exemplo a Sonatina de Claudio Carneyro (obra esta publicada com a sua revisão).
Além de uma colaboração regular com as mais destacadas organizações de concertos nacionais, é também frequentemente convidado a actuar no estrangeiro nomeadamente em França, Alemanha, Itália, Malta e Brazil.
Orienta diversos cursos de violoncelo e de pedagogia do violoncelo em Portugal e no Brazil.
Actualmente é primeiro violoncelo da Orquestra Nacional do Porto, Director Artístico da Orquestra de Câmara Jean Piaget, professor de violoncelo e música de câmara e coordenador de Mestrado em violoncelo na Universidade de Aveiro.
Faz-se ouvir com os violoncelos “Cavalieri” e “Montagnana” que pertenceram à insigne violoncelista Guilhermina Suggia.


Ref.: NUM 1134


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Luiz Costa - Música de Câmara





Um CD de grande qualidade interpretativa, onde encontramos nomes como Olga Pratz, Pedro Burmester e Frank Reich ao piano, José Augusto Pereira de Sousa no violoncelo, Gerardo Ribeiro no violino e Anabela Chaves na viola.

Informação detalhada:


Intérprete(s)
Anabela Chaves (viola) / Frank-Joachim Reich (piano) / Pedro Burmester (piano) / José Ausgusto Pereira de Sousa (violoncelo) / Olga Prats (piano) / Gerardo Ribeiro (violino)


Compositor(es)

Luiz Costa



Obra(s)

Sonata para violoncelo e piano, op.11 / Sonatina para viola e piano, op.19 / Trio para piano, violino e violoncelo, em dó menor


Ref.: NUM_1036