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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Coro Sinfónico Lisboa Cantat - Coro de Câmara Lisboa Cantat COMPOSITORES PORTUGUESES XX-XXI 04



Vasco Pearce de Azevedo (1961)
Duas canções populares portuguesas
01 Bela Aurora (S. Miguel - Açores) 02’55’’
02 Salvaterra me desterra (Beira Baixa) 03’12’’
Coro Sinfónico Lisboa Cantat

Sérgio Azevedo (1968)

De Petit Cancioner d’Oc
03 Portatz poqueta 01’34’’
04 Lo celibatari 02’01’’
05 Sus la punta de l’espasa 00’35’’
06 Filhas, cantatz lo mes de Mai 00’56’’
07 Ai vist lo lop 00’47’’
Coro de Câmara Lisboa Cantat

Carlos Marecos (1963)

De Cinco canções de embalar
08 Ó, ó, menino, ó 01’53’’
09 O meu menino tem sono 02’40’’
10 Vai-te embora, ó papão 01’48’’
11 Ró-ró 02’37’’
Coro de Câmara Lisboa Cantat

Fernando Lopes-Graça (1906-1994)

De Canções Heróicas 8º Caderno
12 Pastoral (Letra de: José Gomes Ferreira) 01’28’’
Coro Sinfónico Lisboa Cantat

Série V de Canções Regionais Portuguesas

13 O ladrão do negro melro (Alentejo) 02’03’’
14 Cisirão, cisirão (Alentejo) 01’48’’
15 Canta, camarada, canta (Beira Alta)* 02’16’’
16 A moda da Rita (Alentejo) 02’53’’
* letra do Cancioneiro Popular, adaptada
Coro Sinfónico Lisboa Cantat

Série VI de Canções Regionais Portuguesas

17 Romance do cego(frag.) (Beira Baixa) 01’42’’
18 No alto daquela serra (Douro Litoral) 01’05’’
19 Romance da andorinha gloriosa (Beira Litoral) 01’26’’
20 Ó ai, Zabelinha (Alentejo) 01’18’’
Coro de Câmara Lisboa Cantat

De Primeira Cantata do Natal

21 Pastorinhas do deserto (Natal/Ribatejo) 02’42’’
22 Ó meu menino Jesus (Natal/Beira Alta e Litoral) 01’21’’
23 A lua vai tanto alta (Natal/Trás-os-Montes) 03’04’’
24 Deus lhe dê cá boas noites (Janeiras) 01’29’’
Coro Sinfónico Lisboa Cantat

De Segunda Cantata do Natal

25 O Menino nas palhas (Natal/Beira Baixa) 02’20’’
26 Adoração do Menino (Natal/Trás-os-Montes) 01’39’’
27 Como estais tão galantinho (Natal/Alentejo) 02’06’’
28 Bendito do Natal (Natal/Trás-os-Montes) 02’34’’
29 Hoje é dia de Janeiro (Janeiras) 01’10’’
Coro de Câmara Lisboa Cantat

Direcção de Jorge Carvalho Alves

Direcção de Manuel Rebelo faixas - 21 e 24 

 TOTAL: 55’09’’

terça-feira, 27 de setembro de 2011

DANSE DES SYLPHES - Adriana Ferreira, flauta | Isolda Crespi, piano


DANSE DES SYLPHES

ADRIANA FERREIRA, FLAUTA
ISOLDA CRESPI, PIANO
"Este registo discográfico assume este título – “Dança dos Silfos” – não só por ter uma obra representativa desta inspiração “sobrenatural”, mas porque apresenta-se auspiciosamente como um registo singular de obras cintilantes de repertório para Flauta (e Piano) alicerçadas numa energia além-humana. Por entre sopros, influxos e respirações, flutuaremos entre obras vibrantes em linguagens e posturas próprias, voaremos por diferentes geografias e espaços e, acompanhados por duas Sílfides dotadas de uma velocidade e musicalidade estonteantes, temos um registo discográfico que aponta auspiciosamente, para uma fruição musicalmente... sobrenatural."Nuno Jacinto (2011)
Ref.: NUM 1219

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Emma Luiza de Souza Lima (piano) - Serenidade





Emma Luiza de Souza Lima (piano)


Emma Luiza de Souza Lima Brasileira de São Paulo, estuda música desde a infância, tendo tido excelentes professores, como Mildred Mazzocatto, Vittorio Mariani e Clarisse Leite. Aperfeiçoou-se no Brasil com o Maestro Souza Lima, seu mestre, sogro e parceiro em duos pianisticos; trabalhou também nos Estados Unidos com Ralph Votapek, Owen Reed e James Niblock. Tem curso superior em música e cursou a Faculdade de Psicologia. É inspectora do Ensino Artístico pela Secretaria de Estado de São Paulo. Possui vários alunos, ministra cursos de Técnica Pianistica, é sempre convidada a julgar em concursos de piano. É membro da International Piano Duets Association, do Japão. É professora honorária da Universidade de Sergipe. Desde 1990 tem-se apresentado anualmente em Portugal, sozinha ou em duo com Joaquim Carvalho, pianista português. Foram muitas suas apresentações no Brasil, Estados Unidos e Europa. É a intérprete das obras de Souza Lima para piano. João de Souza Lima Um músico completo, sua vida foi um Moto Perpétuo (título da sua autobiografia) dentro da música, que iniciou aos 4 anos de idade, somente descansando aos 84, com a sua morte. Saiu do Brasil já grande artista, com 18 anos e sobressaiu-se maravilhosamente em Paris, iniciando uma magnifica carreira. João De Souza Lima nasceu na cidade de S. Paulo / Brasil. Iniciou os seus primeiros estudos musicais aos quatro anos de idade, com seu irmão José Augusto de Souza Lima, passando, após alguns anos, a aperfeiçoar-se com o professor Luigi Chiaffarelli. Estudou Harmonia e Composição com Agostinho Cantú. Aos 16 anos, já considerado um virtuoso, dera vários concertos em São Paulo e no Rio de Janeiro, e obtivera dois prémios em concurso de Composição: de música para orquestra e de música para piano. O grande mestre de composição Xavier Leroux, após ter assistido a um concerto de Souza Lima, ofereceu-se para tomar sob sua direcção os estudos que o jovem artista viesse a fazer em Paris. Assim, Souza Lima pode apresentar-se no Conservatório de Paris para o concurso de admissão, obtendo aprovação unânime entre 273 candidatos para três vagas tendo sido classificado em 1º lugar. Durante os onze anos que residiu em Paris, foi aluno de I. Philipp passando depois a aperfeiçoar-se com a grande mestre Marguerite Long. Recebeu ainda aulas de Égon Petri e estudou Música de Camera com Camille Chevillard e Paul Paray; História da Música, com Maurice Emmanuel; Harmonia e Composição, com Eugéne Cools; e ainda Harmonia, Orgão e Cantochão, com Eugène Gigout; Regencia, com C. Chevillard. Foi membro do júri em vários concursos internacionais. Fez tournés artísticas por vários países tais como, França, Itália, Suíça, Bélgica, Alemanha, Tunísia, Algéria, Marrocos, Argentina, Uruguai e Brasil, entre outros. Tocou como solista, com acompanhamento de orquestra, sob a direcção de nomes bem conhecidos como Villa-Lobos, Francisco Mignone, Torquato Amore, Phillippe Gaubert, etc. Obteve a primeira Menção Honrosa no concurso sinfónico organizado por Henry Reichold, nos Estados Unidos, com o seu \"Poem of the Americas\". Foi fundador e director da Orquestra de Câmara da Sociedade de Cultura Artística.

Informação detalhada:


Intérprete(s)

Emma Luiza de Souza Lima (piano)


Compositor(es)

Souza Lima


Obra(s)

Prelúdio nº1 Prelúdio nº3 Prelúdio nº4 Prelúdio nº9 Valsa Chorosa Valsa Amorosa Suite à Antiga Canção Infantil Noturno Serenidade Brincando de Jazz Maria Segunda Valsa Brasileira Improvisação nº1 Improvisação nº2


Ref.: NUM_09


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Trio de Guitarras de Lisboa




O Trio de Guitarras de Lisboa constituído por António Ferreirinho, José Mesquita Lopes e Fernando Guiomar, estreou-se em Julho de 1990 num recital integrado no 8º Festival de Música de Leiria (Portugal).

Informação detalhada:


Intérprete(s)
Trio de Guitarras de Lisboa: António Ferreirinho (guitarra) / Fernando Guiomar (guitarra) / José Mesquita Lopes (guitarra)


Compositor(es)

Máximo D. Pujol (1957) / Klaus Wusthoff (1922) / Stepan Rak (1945) / Raul Maldonado (1937) / Reginald Smith-Brindle (1917 - 1989)



Obra(s)

Fin de Siglo (Pujol) / Concierto de Samba (Wusthoff) / Four Moods (Rak) / Três peças (Maldonado) / Music for Three Guitars (Smith-Brindle).



Ref.: NUM_1049




quarta-feira, 27 de abril de 2011

Orgãos da Sé Catedral de Braga






Orgãos: Orgão do lado do Evangelho / Orgão do lado da Epistola "... um primoroso trabalho, surge como uma preciosidade para os amantes da música sacra".

Informação detalhada:

Intérprete(s)

Gerhard Doderer (órgão)


Compositor(es)

Pedro de Araújo (+ dep. 1705) / Carlos Seixas (1704 - 1742)



Obra(s)

Pedro de Araújo: Consonâncias de 1º tom / Obra de 6º tom / Obra de 1º tom sobre a Salve Regina / Meio Registo de 2º tom de dois tiples / Phantasia de 4º tom / Batalha de 6º tom Carlos Seixas: Sonata XII em lá menor / Sonata IV em dó menor / Sonata XXX em lá menor / Sonata XVI em dó menor / Sonata XIX em lá menor / Sonata XV em si menor / Sonata 48 em sol maior



Ref.: NUM_1028

Pergolesi - La Serva Padrona




Gravação efectuada na Igreja de S. Bento da Vitória, Porto, em Setembro de 1993, com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura através da Direcção Geral de Espectáculos e Artes. Edição patrocinada pelos Laboratórios Bial. ORQUESTRA CLÁSSICA DO PORTO A extinção da Orquestra Clássica do Porto, Regie Sinfonia, originou a imediata criação pela Secretaria de Estado da Cultura da Orquestra Clássica do Porto com os mesmos instrumentistas num quadro entretanto aumentado e acrescido de novos valores. A sua primeira temporada iniciou-se a 6 de Março de 1993 no Teatro Nacional de S. João. Suscitando uma sempre crescente adesão do público, a Orquestra apresenta-se desde essa data todos os fins de semana sob a direcção do Maestro Director Titular Dr. Manuel Ivo Cruz e de muitos outros maestros convidados nacionais e estrangeiros, com uma aliciante programação delineada pelo Director Artístico Maestro José Atalaya, mantendo colaboração com um também avultado número de solistas da mais alta craveira internacional. Destaquem-se também os concertos de descentralização, o apoio dinamizador às organizações locais e nacionais promotoras de espectáculos de cultura, bem como a importante colaboração que oferece aos estabelecimentos de ensino musical da região norte, traduzida na abertura dos quadros aos alunos mais apetrechados para a realização de estágios de alto nível profissional. Complementa esta actividade a realização de trabalhos discográficos, efectuados com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura através da Direcção Geral dos Espectáculos. Além do CD "La Serva Padrona" cujo lançamento hoje se assinala, a Orquestra gravou já para uma editora estrangeira, mais dois CDs inteiramente dedicados a compositores portugueses, antigos e modernos, cuja comercialização se anuncia para breve. Globalmente, este excelente agrupamento está-se a firmar como um dos mais qualificados e eficazes instrumentos de cultura do estado português. ÓPERA DE CAMARA DO REAL THEATRO DE QUELUZ Fundada em 1991 por Elsa Saque, Manuel Ivo Cruz e Armando Vidal, seus actuais directores, a Ópera de Câmara do Real Theatro de Queluz, logo recebeu entusiástico acolhimento não só nas principais cidades mas também em localidades periféricas ou fora das normais rotas dos acontecimentos artísticos. Essencialmente uma companhia de digressão, apresenta os seus diversos programas de espectáculos encenados e concertos líricos em mais de 45 localidades, de norte a sul do país satisfazendo assim a imensa apetência de todos os géneros de público - do mais popular ao mais sofisticado - pelo espectáculo operistico. A Ópera de Câmara do Real Theatro de Queluz colabora intensamente com o Inatel, autarquias, empresas privadas e organismos estatais, recebendo também apoios da Secretaria de Estado da Cultura. Presentemente estão em programa as autenticas obras primas do Sec. XVIII "La Serva Padrona" de Pergolesi, "O Tanoeiro" de Thomas Arne, e o espectáculo "Mozart e Salieri" ("Bastien e Bastinenne" e "Arlequinada"), enquanto o "Quarteto Lirico" e "Casablanca - Os Êxitos da Brodway" continuam a suscitar o maior entusiasmo. Correspondendo a imensas solicitações que nos chegam de todo o país, contamos também apresentar em tournée a ópera de Rossini "O Barbeiro de Sevilha" e uma selecção do concerto de "La Bohéme" de Puccini. Para a época Natalícia preparamos sempre um sedutor programa de cantos, hinos e "carols" das mais variadas origens e a encantadora ópera de Gian-Carlo Menotti "Amahl e os Visitantes da Noite", hoje considerada entre os autênticos símbolos do Natal. Na Páscoa, a Ópera de Câmara do Real Theatro de Queluz oferece a realização de várias obras do repertório adequado, entre as quais o "Sabat Mater" de Pergolesi para orquestra e solistas. A grande concisão dos meios adequados à realização de óperas de câmara não só avantaja a sua contagiante teatralidade, como torna o agrupamento extremamente móvel e adaptável, permitindo representações em qualquer tipo de sala, em condições orçamentais muito vantajosas.

Informação detalhada:



Intérprete(s)

Ópera de Câmara do Real Theatro de Queluz Orquestra Clássica do Porto Elsa Saque - soprano António Wagner-Diniz - barítono Armando Vidal - cravo Manuel Ivo Cruz - direcção musical



Compositor(es)

G. B. Pergolesi (1710-1736) / Francisco António de Almeida (Séc. XVIII)




Obra(s)
La Serva Padrona / Aria e Dueto da ópera LA SPINALBA



Ref.: NUM_1019



sexta-feira, 15 de abril de 2011

Henk van Twillert - FADO - Saudade

I-Tunes:

O saxofonista Henk van Twillert estudou no "Sweelinck Conservatory" em Amsterdão, com Ed Bogaard. Completou os seus estudos de Saxofone Barítono com "distinção". É actualmente um dos Saxofonistas mais conceituados da Europa.



Em 1979 foi co-fundador do Quarteto de Saxofones de Amsterdão. Este quarteto efectuou várias, e bem sucedidas "tournées" por todo o mundo actuando com conceituados músicos, incluindo Hans Dulfer, Han Bennink, Daniël Wayenberg e Jaap van Zweden.



O Quarteto de Saxofones de Amsterdão actuou no concerto de encerramento da EXPO' 98 em Lisboa e na inauguração da Arena stadium em Amsterdão. Em conjunto com o Coro de Câmara Holandês executou a Ópera "Gershwin in Blue".


Conheceu Fernando Valente (faleceu 1998) e o seu quarteto em 1989 durante um concerto em Coimbra. Após o que iniciaram uma intensa colaboração (workshops, masterclasses e concertos). Ambos podem ser considerados fundadores da Escola de Saxofones Portuguesa. Isto resultou na criação do Departamento de Saxofones do Porto (ESMAE) em 1999. Juntamento com o Quarteto de Saxofones de Amsterdão, Fernando Valente gravou o CD, "Encontros".

Desde 1993 que o saxofonista barítono Henk van Twillert actua como solista com o Quinteto de Solistas de Amsterdão.
Esta cooperação resultou num enorme sucesso dos quais se destacam as produções: Tango, uma homenagem a Astor Piazzolla, com a violinista Sonja van Beek, a Homenagem a Heitor Villa-Lobos e aos "Great Americans" com a violinista Emmy Verhey.
Recentemente Henk van Twillert terminou um CD único com as Suites para violoncelo de Johan Sebastian Bach, executadas em saxofone barítono.

Inspirou vários compositores a escreverem música para saxofone barítono. Compositores como Chiel Meijering, Gijs van Dijk, João Pedro Oliveira, Carlos Marques, Virgílio Melo e Anke Brouwer escreveram peças contemporâneas especialmente para ele.
Formou um duo com o pianista Tjako van Schie, cujo repertório varia da música clássica à música contemporânea. Na próxima temporada vão gravar um CD com obras de Rachmaninov.
Neste momento é professor de saxofone no Conservatório de Amsterdão e na Escola Superior de Musica e das Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE).
É Maestro da Orquestra de Saxofones Portuguesa. 


Informações detalhadas:


Intérprete(s)

Henk van Twillert - saxofone barítono

Carlos do Carmo - voz



Quinteto de Solistas de Amsterdão - violino (2) / viola / violoncelo / baixo



Compositor(es)
Frederico Valério / Max / Ferrer Trindade / Henk Huizinga / Carlos Paredes / Martinho d\\'Assunção / António Vitorino d\\'Almeida


Obra(s)
1. Fado Amália (Fado meu)
2. Nem às Paredes Confesso
3. Ilusão
4. Canção Verdes Anos
5. Titi
6. Canção
7. Balada para uma Velhinha
8. Discurso de Carlos do Carmo
9. Fado do Campo Grande
10. Saudades


Ref.: NUM_1094



quinta-feira, 14 de abril de 2011

Nelly Santos Leite / Gustavo Brandão





… é notória uma relação táctil com as teclas do piano e com as cordas da guitarra, de onde emana uma discreta sensualidade em que se partilham as lideranças do discurso musical.



Ref.: NUM_1035



Opus Ensemble - Opus Ensemble 94


Unanimemente elogiado pela critica especializada, o OPUS ENSEMBLE é considerado um dos mais importantes agrupamentos surgidos nos últimos anos no panorama musical português. Com uma formação instrumental pouco usual ( oboé, viola, piano e contrabaixo ), o conjunto oferece possibilidades estilísticas altamente diversificadas e cultiva um amplo repertório proveniente de diferentes épocas do pensamento musical, desde o século XVIII até aos nossos dias. Os instrumentistas que constituem o OPUS ENSEMBLE são artistas sobejamente conhecidos em Portugal e igualmente detentores de brilhantes currículos a nível internacional. A partir do seu concerto de apresentação pública em 1980 ( Festival Internacional de Música do Estoril, Portugal ), compositores provenientes de diversos quadrantes estéticos e geográficos dedicaram obras ao OPUS ENSEMBLE, nomeadamente: Fernando Lopes Graça, Joly Braga Santos, Fernando Corrêa de Oliveira, Constança Capdeville, João Pedro Oliveira, Jorge Peixinho, António Pinho Vargas e António Victorino d'Almeida (Portugal); Ramón Barce e José Luis Turina (Espanha); Gerardo Gandini, Celina Kohan, Alejandro Erlich Oliva, Gustavo Beytelmann e Astor Piazzolla (Argentina); Maurice Ohana, Edith Canat de Chizy (França); Guido Donati (Itália); Vasco Martins (Cabo Verde) e Eugueny Zudilkin (Rússia). A discografia do conjunto inclui as seguintes edições : OPUS ENSEMBLE, OPUS ENSEMBLE VOL. II, TEMAS DO CANCIONEIRO PORTUGUÊS AO ESTILO DO OPUS ENSEMBLE e OPUS ENSEMBLE VOL. III (Catálogo His Master's Voice); VASCO MARTINS (edição do autor); CONSTANÇA CAPDEVILLE (edição SEC - Discoteca Básica Nacional). A actividade discográfica e artística do OPUS ENSEMBLE foi distinguida com os seguintes prémios: Prémio da Crítica (1982 e 1984), Sete de Ouro (1983), Troféu Nova Gente (1983, 1986 e 1987), Grande Prémio do Disco Rádio Renascença (1988). Em 1989, o OPUS ENSEMBLE foi nomeado membro titular do Conselho Português da Música na UNESCO. Para além da sua presença nas mais importantes salas de concerto e festivais de música em Portugal, a crescente actividade internacional do agrupamento inclui numerosas apresentações em Paris, Londres, Varsóvia, Cracóvia, Madrid, Huelva, New York, Boston, Washington, Newport (R.I.), Tokyo, Macau, Pequim, Buenos Aires, Montevideu, Rio de Janeiro, Cabo Verde, Osaka e Seul. Efectuou gravações para a RDP, RTP (Lisboa, Porto, Açores), Rádio France (Paris), TDM (Macau) e Rádio Nacional de Espanha (Madrid). Um parâmetro permanente no perfil artístico do OPUS ENSEMBLE é a inclusão sistemática de obras de compositores portugueses na programação de todos os seus concertos, oferecendo dessa forma uma inestimável contribuição para a difusão da cultura portuguesa no mundo.

Ref.: NUM_1015




Nelson Rocha / João Pedro Oliveira - Duo








Este é o primeiro CD de música clássica editado pela Numérica. Nelson Rocha propõe-nos a sua própria adaptação de várias obras do período Barroco para orgão e trompete. Nelson Rocha é primeiro trompete na Orquestra da Gulbenkian e João Pedro Oliveira foi director e organista na East Hampton Presbeterian Church Choir entre 1987 e 1990. Presentemente este último ensina composição na Universidade de Aveiro. \\"(...) encontro entre Nelson Rocha e J. P. Oliveira numa advocacia brilhante da natureza exaltante dos diálogos entre o orgão e trompete.


Ref.: NUM_1009